A IBM preparou uma Série de Vídeos chamados “IBM next 5 in 5″ onde apresenta sua visão sobre algumas evoluções tecnológicas que tendem a ser tornar realidade nos próximos anos. Veja abaixo os vídeos.
Energia
Você poderá gerar toda a energia que precisar usar.
Analytics
Já pensou que seu celular poderá tomar decisões por você?
Leitura do Pensamento
Basta pensar e seu celular ligará para sua tia Margarida.
Segurança
Você não precisará lembrar de milhares de senhas, você será a senha.
Mobilidade
80% da população mundial possuirá um celular,
Leia o PDF publicado pela IBM para mais informações.
Para David Koontz, todo o time de Scrum precisa de um Scrum Master Integral (100% do tempo), para provar o motivo ele se apóia nessa interessante experiência chama “The Monkey Business“.
Veja o vídeo:
Koontz afirma que o Scrum Master deve estar em busca de Impedimentos o tempo todo. Se você está envolvido em uma tarefa provavelmente perderá os impedimentos óbvios e as mudanças sutis nos membros do time e no ambiente.
Para Jeff Sutherland, um dos criadores do Scrum, times de Scrum sem um ScrumMaster nunca atingirão o seu potencial total (disse no grupo de discussão Scrum Development do Yahoo).
Eu (André Faria) já prefiro ir mais na linha da Toyota e dizer que, não há uma única solução para todos os times, como sempre, depende do contexto. Cada contexto é uma realidade diferente e precisa de uma solução diferente. Mas fica aí a Provocação para você pensar. Vale a pena ter um ScrumMaster/Facilitador no seu Time trabalhando em tempo integral? Será que você está vendo os Gorilas Passarem?
Acabei de ouvir a gravação de uma palestra realizada em Stanford do Ex CEO da MySQL Marten Mickos, chamada “Acredite em algo maior do que você mesmo (ou Believe in Something Bigger than Yourself)”. Muito inspirador, recomendo fortemente que você ouça também.
Alguns pontos interessantes:
Vale a pena ouvir, recomendo assinar o Podcast no iTunes.
Acredito que concorrência é um dos tópicos mais básicos de arquitetura de software, e que deve ser conhecido e estudado por todo desenvolvedor de software. Este ano, fiz uma apresentação introdutória sobre o tema na Bluesoft, e gravei um episódio do DeveloperTalk.tv sobre assunto.
Confira os slides e vídeos e aprenda um pouco mais sobre:
Fiz essa apresentação na Bluesoft há alguns meses atrás, inspirado no curso de práticas da engenharia ágil do “Neal Ford on Agile Engineering Practices”.
Falo sobre:
Veja o vídeo do vimeo, e acompanhe os slides no slideshare.
Como parte do meu Personal MBA, estou estudando Administração Financeira, e gostaria de compartilhar neste post alguns conceitos básicos que acredito podem ser úteis para qualquer empreendedor e investidor.
O primeiro grande conceito é o Juro, que pode ser entendido como o custo do dinheiro. É o preço que se cobra para emprestar dinheiro, ou o retorno que se espera ganhar em operações de investimento.
Essencialmente, há dois critérios de capitalização de juros: o simples (ou linear) e composto (ou exponencial).
No Juro Simples, não se cobra juros dos juros. Os juros incidem unicamente sobre o principal, ou seja, capital inicialmente aplicado, e geram, em consequência, remunerações, ou custos, diretamente relacionados ao capital e prazo envolvidos na operação. Pode-se calcular o Juro Simples com a seguinte fórmula:
M = C + J => Montante (ou Valor Futuro) = Capital Inicial (ou Valor Presente) + Valor do Juros.
J = C x i x n => Valor do Juros = Capital Inicial x taxa de juros x número de parcelas.
Taxa nominal de juros: representa a taxa de juros contratada em uma operação financeira. Essa taxa é normalmente expressa para um período superior ao da incidência dos juros. Um financiamento pode ser concedido para liquidação em pagamentos mensais, sendo a taxa nominal de juros contratada de 24% ao ano. Nesse caso, o período da operação é ano e o da incidência do juro é o mês, e a taxa mensal das prestações é de 2%. Vale ressaltar que a taxa nominal de juros, não é o mesmo que a taxa efetiva da operação, pois pode haver outras obrigações como comissões, IOF, etc.
Taxa proporcional: se duas taxas de juros são expressas em diferentes unidades de tempo, são definidas como proporcionais quando produzem valores iguais numa mesma unidade de tempo. Por exemplo, considere hoje uma quantia de $100,00 a juros simples de 10% ao mês nominal. Seriam taxas proporcionais 20% ao bimestre, 30% ao trimestre, etc.
Os juros compostos, incidem sobre o saldo acumulado. Para calculá-los recomenda-se a utilização de uma calculadora financeira como a HP12C. Você pode baixar uma versão gratuita para o Mac OSX.
Veja o vídeo: (em inglês)
Conclui-se que:
M = C (1 + i) ^ n
C = M / (1 + i) ^ n
Taxa equivalente e taxa efetiva: Taxas equivalentes são taxas de juros que geram montantes idênticos quando capitadas sobre um mesmo capital e prazo. 2% ao mês., 6.12% ao trimestre e 12,62 ao semestre são taxas equivalentes, ou sejam produzem o mesmo valor futuro ao final de um mesmo período. Há uma fórmula para se obter a taxa de juros equivalente.
Capitalização e Descapitalização: faz-se uma descapitalização para calcular o valor presente através do valor futuro, e uma capitalização para calcular o valor futuro através do presente.
Quanto às periodicidades dos pagamentos, podem ser uniformes ou não uniformes. Quando os pagamentos ou recebimentos não forem iguais no que diz respeito ao valor de seus termos ou à periodicidades, o valor presente (PV) é obtido pela somatória de cada um dos fluxos de caixa atualizados (descapitalizados) até o momento atual (presente). O PMT é o valor de cada pagamento ou recebimento periódico (quando uniforme). Aprenda mais.
Coeficiente de financiamento (CF): Indica o valor que deve ser pago por cada unidade monetária que está sendo tomada emprestada. Para R$1,00 emprestado, quanto o devedor deverá pagar de prestação?
Anuidades Perpétuas: Algumas situações financeiras, podem prever durações indeterminadas (perpétuas). Os Consols, por exemplo, são títulos do mercado financeiro que não tem vencimento, remunerando os investidores com juros indeterminadamente.
Também chamada de Taxa Interna de Retorno (TIR), refere-se a taxa de desconto da descapitalização. Trata-se da taxa de desconto, que quando aplicada a uma série de fluxos de caixa, gera um resultado igual ao valor presente da operação. É a taxa necessária para igualar o valor de um investimento (valor presente) com os seus respectivos retornos futuros ou saldos de caixa. Quando usada em análise de investimentos significa a taxa de retorno de um projeto. É utilizada para para verificar se um investimento vale a pena, quando maior o IRR, mais valioso é um projeto.
Este vídeo explica muito bem o que é IRR (em inglês):
Veja alguns exemplos de cálculo de IRR do mercado imobiliário (em inglês):
Em português, VPL (valor presente líquido) ou VAL (valor atual líquido) é a fórmula matemático-financeira capaz de determinar o valor presente de pagamentos futuros descontados a uma taxa de juros apropriada, menos o custo do investimento inicial. É amplamente utilizada para comprar diferentes opções de investimento e encontrar a melhor oportunidade.
Veja como calcular o NPV:
Curso de Administração Financeira, Alexandre Assaf Neto e Fabiano Guast Lima – 2a. Edição.
Wikipedia – Valor presente Líquido
Recentemente recebi uma pergunta no Facebook, sobre o que faz um PO. Gostaria de responder a pergunta e deixar minha opinião registrada através deste post.
A pergunta foi mais ou menos assim:
Onde eu trabalho estou para assumir o desafio de ser PO, e parece que a empresa não tem bem definido o quais são as funções do PO pois alguns dos POs desenham diagramas como um analista de requisitos, isto está correto?
Segundo eles esta é a lista de atividades:
- Entender, criticar, questionar e mapear processos de negócio do cliente;
- Levantar requisitos funcionais e não funcionais de sistema;
- Mapear e descrever atores e casos de usos/user stories de sistema;
- Definir complexidade dos requisitos de negócio;
- Elaborar documento de escopo do sistema;
- Prototipar interfaces de usuário do sistema;
- Realizar reuniões de licitação de requisitos com cliente;
Vamos então as origens. De acordo com o Scrum Guides:
O Product Owner é responsável por maximizar o valor do trabalho que o Time de Scrum faz, [...] é a única pessoa responsável pelo gerenciamento do Product Backlog e por garantir o valor do trabalho realizado pelo Time. Essa pessoa mantém o Product Backlog e garante que ele está visível para todos. Todos sabem quais itens têm a maior prioridade, de forma que todos sabem em que se irá trabalhar.
O Product Owner é uma pessoa, e não um comitê. Podem existir comitês que aconselhem ou influenciem essa pessoa, mas quem quiser mudar a prioridade de um item, terá que convencer o Product Owner. Empresas que adotam Scrum podem perceber que isso influencia seus métodos para definir prioridades e requisitos ao longo do tempo.
Para que o Product Owner obtenha sucesso, todos na organização precisam respeitar suas decisões. Ninguém tem a permissão de dizer ao Time para trabalhar em um outro conjunto de prioridades, e os Times não podem dar ouvidos a ninguém que diga o contrário. As decisões do Product Owner são visíveis no conteúdo e na priorização do Product Backlog. Essa visibilidade requer que o Product Owner faça seu melhor, o que faz o papel de Product Owner exigente e recompensador ao mesmo tempo.
Isso dito, vamos fazer uma analise.
Scrum é um é um processo de desenvolvimento iterativo e incremental para gerenciamento de projetos e desenvolvimento ágil de software [Wikipedia]. O processo define 3 papéis, entre eles o do Product Owner . Dessa forma em se tratando de Product Owner, podemos afirmar apenas que suas responsabilidades são apenas o que dita o processo:
Para todo problema complexo existe sempre uma solução simples, elegante e completamente errada.