Nesta apresentação na Ignite OSCON 2011, Matthew McCullough convence você a usar Git tentando convencê-lo a não usar.
Acredito que concorrência é um dos tópicos mais básicos de arquitetura de software, e que deve ser conhecido e estudado por todo desenvolvedor de software. Este ano, fiz uma apresentação introdutória sobre o tema na Bluesoft, e gravei um episódio do DeveloperTalk.tv sobre assunto.
Confira os slides e vídeos e aprenda um pouco mais sobre:
Calma, calma, eu sei que o título está um pouco, ou melhor, muito ambicioso, mas em 2009, Jurgen Appelo fez um post chamado “A grande lista de práticas ágeis“, sabendo desde o inicio que o post seria odiado e amado por muitos, visto que já muita gente encara metodologias de modos mais partidários ou religiosos. Com este aqui não será diferente.
Eu gosto de encarar essas práticas como uma caixa de ferramentas, e nessa linha, podemos encarara que cada ferramenta certa para o problema certo, ou seja, dependendo de cada realidade ou contexto, ferramentas diferentes serão ou não úteis. Tomei como base a lista do Jurgen e incluí algumas outras práticas.
Referências
É com grande satisfação que anuncio o Bluesoft Podcast, um podcast em português que tem como objetivo difundir as metodologias ágeis e desenvolvimento de software apresentado por mim e Luiz Faias Jr.
O Podcast já está em seu 4º episódio e abordou temas como:
“Cultura de Aprendizagem”
“Batman da Iteração”
“Restrospectiva do Seis Chapéus”
“Programação em Par“.
Além do tema principal, o podcast apresenta as principais novidades da última quinzena das comunidades ágeis nacional e internacional.
Disponível em aúdio e vídeo, possui um feed que pode ser assinado e um canal no iTunes.
Convido todos a ouvir ao podcast. Sugestões e críticas serão sempre muito bem vidas, mande-as para podcast arooba bluesoft ponto com ponto br.
No ano passado eu tive a excelente oportunidade de participar do JavaOne 2008, foi uma experiência muito enriquecedora e apesar de este ano não poder estar lá presente, eu não poderia deixar de fazer um levantamento dos principais acontecimentos e novidades apresentadas no evento para ficar por dentro de tudo, e claro, deixar vocês, queridos leitores, em dia também.
O Slogan do evento no passado foi Java +You ou Java + Você, neste ano houveram três: Java = Everywhere ou Java = Em toda a parte, Java + Community = Powerful ou Java + Comunidade = Poder e Java = Innovation ou Java = Inovação. Um outro acontecimento especial deste ano é o aniversário de 14 anos do Java, o vídeo abaixo, que foi exibido na abertura do evento, apresenta rapidamente alguns pontos fortes da evolução que a tecnologia sofreu ao longos dos anos:
O presidente da Oracle Corporation, Larry Elisson afirmou que a Oracle sempre investiu na plataforma Java e que agora investirá mais do que nunca. Veja alguns momentos no KeyNote no vídeo abaixo:
James Gosling apresentou a Java Store, um site que catalogará aplicações Java que poderão ser instaladas facilmente em seu computador, algumas delas simplesmente através de drag-and-drop no desktop (arrastar e soltar).
No segundo dia, houve uma General Session chamada Your Lifestyle: Mobile, TV and Beyond em foi demonstrado o uso de Java nos mais diversos dispositivos como celulares, televisores, Blu-ray, etc e destacou-se como o JavaFX poderá ampliar ainda mais este mercado em expansão.
Esse divertido vídeo foi apresentado em uma General Session e conta a história do Java.
Falou-se bastante sobre as novas tecnologias Java SE 7 SDK, Java EE 6 e Jaxa FX 1.2, mas principalmente sobre Java FX, essa tecnologia recebeu grandes investimento da Sun e promete transformar a forma com que se desenvolve aplicações de alta qualidade de ambiente gráfico com Java. Os dois vídeos abaixo publicados por Augusto Sellhorn do Blog Sellmic.com exibem parte de uma demonstração de JavaFx em que é possível ver ferramentas de animação JavaFX muito semelhante com que se conhece com Adobe Flash e Microsoft Silverlight.
O pessoal do JavaPosse entrevistou Octavian Tanase e Jacob Lehrbaum sobre o JavaFX, vale a pena conferir (em inglês).
Mais uma vez o Brasil foi muito bem representado por congressistase palestrantes que marcaram o evento. Magno Cavalcante e Clayton Chages apresentaram a Technnical Session: “Java™ in the Brazilian Digital TV: Interactivity and Digital Inclusion on TV“. Ainda sobre TV Digital, David Campelo apresentou a “TS-4453: New Java Digital TV Standard Goes Brazil“. A Dupla Marlon Luz e Bruno Oliveira, também deixaram suas contribuições brasileiras com a palestra Java ME Myth Busters, confira a entrevista (em português) realizada pelo Sérgio do JavaBahia.
O brasileiro Felipe Gaucho que atualmente trabalha na Suiça esteve no evento e postou em seu blog suas impressões. O Baiano, Serge Rehem doJavaBahia também participou do evento registrou sua impressões.
Mark Reinhold, Chief Engineer do Java SE, disse isso durante a demonstração da forma com que o Java 7 gerenciará módulos. Vale a pena dar uma olhada no projeto Jigsaw que tem como objetivo resolver de forma eficiente as questões da modularização no JDK, esse projeto está sendo construindo segundo a JSR 294: Improve Modularity Support in the Java Programming Language. Segundo Raja Islam o benefício principal que será alcançado com a modularização será a redução do tempo de carga e deploy de aplicações Java.
Microsoft no JavaOne
Pode parecer estranho, mas a Microsoft apresentou a General Session do terceiro dia do JavaOne. No momento em acontecem as General Sessions não há nenhuma outra apresentação ocorrendo simultaneamente e todos os congressistas presentes participam, ou seja, são apresentações de grande importância e alcançam a maior parte do publico do evento.
Dan’l Lewin, Vice Presidente Corporativo da Microsoft, falou sobre esforço que vem sendo realizado a cinco anos desde o inicio da parceria entre a Microsoft e Sun para promover a interoperabilidade entre aplicações Java e .NET, segundo Lewin em uma entrevista realizada pela Microsoft no ano passado com mais de 5 milhões de pessoas, constatou-se que 73% dos entrevistados trabalhando em ambientes mistos (Java + .NET). Para maiores informações visite www.interoperabilitybridges.com.
Ola Bini da ThoughtWorks, famoso por participar ativamente na comunidade open source e por desenvolver a linguagem de programação Ioke, também participou do evento e destacou o projeto Da Vinci, segundo ele, essa tecnologia contribuirá para que a Java Virtual Machine se torne melhor. Ola Bini também apresentou sua BOF 4434: Hacking JRuby.
BOF significa (Birds-of-a-Feather), as BOFs são palestras informais, interativas e flexíveis. No JavaOne, geralmente acontecem no final do dia com assuntos complementares aos discutidos nas technical sessions (TSs) ou palestras técnicas que acontecem durante o dia.
Charles Nutter também esteve lá falando sobre o projeto JRuby que … No vídeo abaixo, Nutter falou um pouco a tecnologia:
Rich Hickey falou sobre sua linguagem: Clojure, que também roda sobre a JVM. Para saber mais confira os slides de sua “TS-4164 Clojure: Dynamic Functional Programming for the JVM Machine“.
Neal Ford fez uma comparação entre as linguagens Ruby e Groovy em sua “TS-4955: Comparing Groovy and JRuby“.
Falou bastante sobre JRuby, Jython, Scala e Groovy. Nesta entrevista para o JavaOne, Guillaume Laforge da SpringSource comenta um pouco sobre isso:
Destacou-se também o lançamento da versão 1.6 da linguagem Groovy, confira a “TS-4215: What’s New in Groovy 1.6?” por Laforge.
Bill Venners, da Artima Inc., apresentou um pouco da linguagem Scala em sua “TS-4487: The Feel of Scala“.
Roberto Chinnici falou sobre programação funcional e orientada a objetos com JavaScript, seus slides podem ser visto neste link.
De acordo com Jim White, o Java 7 está previsto para ser lançado em Fevereiro de 2010. Jim participou de algumas palestras que tinham como tema principal a evolução do Java, e disse que muitas das decisões para o Java 7 ainda não foram tomadas, o que indica que ainda há bastante trabalho pela frente. Enquanto ao Java 6, White, diz que será lançado mais cedo, em Setembro de 2009.
Joseph Darcy da Sun Microsystems, na “Ts-4060: Small Language Changes in JDK Release 7” apresentou algumas das mudanças que serão feitas na linguagem Java. Darcy chamou a atenção da comunidade para que torne-se parte da evolução e que participando e contribuindo, através do projeto Coin que tem essa finalidade.
A especificação vem evoluindo através da JSR 315 e entre as principais novidades está a possibilidade de configurações toda a aplicação através de annotations ao invés de utilizar o arquivo web.xml e maior utilização do principio CoC (Convetion over Configuration) que visa diminuir a quantidade de configuração. Existem annotations para registrar Servlets, Filters, Listeners, e até mesmo para declarar regras de segurança e permissões de acesso.
Um outra recurso que ganhou bastante repercussão foram os novos Servlet Assíncronos, para maiores informações confira a “TS-3790: Java Servlet 3.0:Empowering Your Web Application With Async, Extensibility and More” apresentada por Rajiv Mordani, Greg Wikins e Jan Juehe.
Validação através de metadados nos JavaBeans como no Hibernate Validator. Confira a “TS-5184: Bean Validation: Declare Once, Validate Anywhere – A Reality?” apresentada por Emmanuel Bernard da JBoss sobre o assunto.
Ed Burns e Roger Kitain, ambos da Sun Microsystems, apresentaram a “TS-4640: A Complete Tour of the JavaServer Faces 2.0 Plataform” onde falaram sobre as principais novidades do JSF 2.0. Nesta nova versão do JSF teremos melhor suporte a Ajax, componentes compostos que possibilitará melhor reuso de código e melhor suporte a eventos. E para completar ainda mais a discussão sobre JSF no JavaOne, Kitto Mann da Virtua, na “TS-5205: Writing Killer JavaServer Faces 2.0 UI Components” apresenta diversos conceitos importantes se criar inovadores e eficientes componentes JSF 2.0 e David Allen da RedHat falou sobre fluxo de páginas (page flow) e conversação (converstation) com JSF na “TS-5045: Converstations and Page Flows on the JavaServer Faces Plataform“.
A evolução dos Enterprise Java Beans continua, na versão 3.0 pode-se notar grande avanço e uma simplicidade muito grande ao se comparar com versões anterior, nessa nova versão a meta de aumentar a simplicidade se manteve, por isso, a forma de empacotamento dos aplicativos foi simplificada e criou-se o EJB Lite API, que é um conjunto reduzido das funcionalidades disponíveis na especificação completa do EJB.
Além da simplicidade, novas funcionalidades foram incluídas como por exemplo, objetos Singleton, Callbacks de Startup e Shutdown, Timers baseado em Calendars, Session Beans assincronos e integração com JAX-RS. Para maiores informações confira a “TS-4605: Enterprise JavaBeans 3.1 Technology Overview” apresentada por Kenneth Saks, Senior Staff Engineer da Sun Microsystems.
Linda DeMichiel da Sun Microsystems, na “TS-5214: Java Persistence 2.0: What’s New?” apresentou as principais novidades da JPA que evolui através da JSR 317:
A Implementação de Referência ou Reference Implementation (RI) da especificação é o projeto EclipseLink que tem como base o antigo projeto da TopLink da Oracle. Andrei Badea da Sun e Dogule Clarke da Oracle apresentaram na “TS-5018: Developing Java Persistence API Applications with the NetBeans IDE and Eclipse Link” de forma um pouco mais prática como utilizar a nova API. Mike Keith da Oracle fez uma apresentação completa sobre os conceitos de mapeamento da JPA na “TS-5265: A Java Persistence API Mapping Magical Mystery Tour“.
Gavin King da RedHat apresentou na “TS-6726: Context and Dependency Injection for Java Plataform, Enterprise Edition (Java EE Plataform)” uma introdução o que a especificação JSR-299 trará de novo ao Java EE. Segundo King teremos um novo e rico modelo de gerenciamento de depedências com suporte a objetos statefull, integração da camada web com a camada transacional, será muito fácil construir aplicações utilizando EJB e JSF juntos, e frameworks terceiros poderão facilmente integrar-se a API.
Rod Johnson da Spring Source apresentou as novidades do Spring 3.0 na “TS-5225: Spring Framework 3.0: New and Notable“. Segundo Johnson, o trabalho em tornar o desenvolvimento de aplicações Java para Web mais simples e poderoso continua, por isso, os arquivos XML serão ainda mais curtos, havendo necessidade de utilizá-los somente quando for preciso externalizar algum recurso.
A nova versão traz suporte a REST, melhorias no MVC e expression language. O Spring 3.0 será compatível somente com Java 5+.
O Spring Roo é o mais novo projeto da Spring Source, e segundo Jim White, é uma espécie de Rails, também com muita meta-programação, que tem como base apenas Java e Spring. Rod Johnson disse que a missão do Roo é melhorar dramaticamente a produtividade de desenvolvedor Java sem comprometer a poder e flexibilidade através de geradores de código que proporcionarão a entrega rápida de aplicativos corporativos robustos e de alta performance.
E por falar em Spring, o Google Guice, também vem ganhando bastante espaço no mercado como framework de injeção de dependência, e os Googlers Bob Lee e Jesse Wilson, falaram sobre ele na “TS-5434 Introduction to Google Guice: The Java Programming Language Is Fun Again!“, confira.
Depois do Calisto, Europa e Ganymede, vem aí o Eclipse Galileo. O lançamento está previsto para 24 de Junho. O release incluirá 48 projetos, o destaca bastante crescimento, ao se comparar como o Ganymede que contemplava apenas 24 projetos. Em 26 de Junho, a Eclipse Foundation fará uma apresentação chamada Galileo in Action onde serão apresentadas as principais funcionalidades do novo realease.
Google App Engine
Como comentei no artigo anterior, o Google App Engine agora possui suporte a Java, e claro, isso não poderia deixar de ser assunto de destaque no JavaOne, por isso, os Googlers, Toby Reyelts, Max Ross, e Don Schwarz, apresentaram a “TS-3817: Google App Engine: Java Technology in the Cloud“.
Joshua Bloch do Google, que teve intensa participação do desenvolvimento da linguagem Java, desde o JavaOne 2007 vem de falando sobre boas práticas de programação, e destacando tópicos de seu livro Effective Java, em sua “TS-5217: Effective Java: Still Effective After All These Years” manteve o mesmo padrão dos anos passados.
No último dia do evento, James Gosling apresentou o Toy Show, onde foi apresentado diversas situações onde pessoas e empresas por todo o mundo utilizaram Java de forma inovadora, e também foram distribuídos os prêmios dos ganhadores do Duke’s Choice Award.
Slides e Vídeos
Os slides e vídeos das apresentações estão sendo paulatinamente disponibilizados no site da Sun Developer Network (SDN), não perca a oportunidade de baixar alguns slides para estudar, garanto que tem material de ótima qualidade publicado lá.
Alguns vídeos do CommunityOne também podem ser baixados aqui.
O JavaOne 2009 não trouxe tantas pessoas como anos anteriores, este ano apenas 9.000 pessoas se reunião enquanto em edições anteriores do evento mais de 25.000 estiveram presentes, é claro que existem diversos fatores para que isso tenha acontecido como a crise econômica e a gripe suína, por exemplo, mas de toda forma há uma grande diferentes que nos leva a reflexão. Neste ano o evento nos trouxe diversas tecnologias, frameworks, projetos e iniciativas que prometem manter a plataforma em constante evolução. Fiquemos Ligados!
Como anunciado anteriormente, neste último final de semana participamos do Porto Alegre Agile Weekend, foi a primeira fez que pisei em solo gaúcho. O evento foi realizado na PUC-RS, a universidade possui, sem dúvida, uma excelente estrutura.

Auditório Principal
Ao chegar, pegamos o final da palestra “Anti-Práticas Ágeis” do Peleteiro da Globo.com. Peleteiro ressaltou a importância da prática e da vivência das metodologias ágeis, e alertou sobre a cilada de pensar que “Agile By the Book” funciona, mencionou a consagrada estória do taxista que foi publicada há algum tempo atrás no blog do Alexandre Magno para ilustrar a importância de se ter o cliente presente, e respondeu a diversas perguntas sobre Scrum na Globo.com.
Depois do delicioso coffe break voltei ao auditório e assisti a palestra do Bruno Lichot: “Como o Scrum mudou a forma da Borland de Entregar Software“. Lichot apresentou um pouco da história dos métodos ágeis na Borland e falou sobre sua conversão pessoal aos métodos ágeis. “Scrum fez a ponte entre o gerenciamento e a execução“, disse, e completou “Mantemos o foco em agregar valor a empresa com projetos mais curtos e um relacionamento mais estreito com o cliente“.
A Borland foi eleita pela a Scrum Allience um dos maiores casos de sucesso de Scrum. Lichot apresentou um pouco do perfil das equipes da Borland: 70% dos projetos da empresa utilizam métodos ágeis, o tamanho dos sprints varia de acordo com o perfil de cada equipe e as necessidades de cada projeto, o perfil de cada profissional é respeitado, o plano de testes é gerado no levantamento de requisitos, procura-se remover obstáculos ao invés de encontrar culpados, utiliza-se kanban digital para equipes distribuídas.
Lichot deixou ainda algumas dicas: “Mudança sempre gera conflito“, afirmou, e ao alertar sobre os céticos, aqueles que apresentaram resistência as mudanças, Lichot aconselhou: “ganhe dos céticos, apresente resultados, afinal contra fatos não há argumentos, mostre software pronto e que funciona.”
Alguns dos benefícios alcançados pela Borland com a adoção de Scrum:

P-47 Thunderbolt, Força Aérea Brasileira / Brazilian Air Force por Luigi Brasile
O segundo dia foi aberto com chave de ouro pelo famoso trio da Sea Tecnologia (Alexandre Gomes, Bruno Pedroso e Renato Willi), eles apresentaram o case do projeto ágil que desenvolveram na Força Aérea Brasileira. Esse, sem dúvida, é um dos cases mais interessantes que já conheci, principalmente por causas dos desafios culturais que precisaram ser enfrentados por ambas as partes: cliente e equipe de desenvolvimento.
O pessoal da Sea também apresentou algumas lições aprendidas: quebrar tarefas complexas em tarefas menores e mais simples faz com o que o projeto evolua mais rápido e com que todos acompanhem a evolução com maior transparência; retirar baias, ou qualquer barreira física melhora a comunicação entre a equipe; o tempo proporciona mais segurança para estimar e dá a equipe maior capacidade de analisar impactos; a cultura do cliente, seus valores e princípios devem ser respeitados.
Um diferencial muito interessante que nos foi apresentado, foram os mantras utilizados pela equipe da Sea, esses mantras são afirmações ou frases que representam ações que devem ser tomadas para que algo seja melhorado no processo. Os mantras podem ficar escritos em algum local que seja de fácil visão para os membros da equipe, para que assim todos possam lembrar da ação que deve ser tomada. Alguns exemplos de mantras seriam: “Eu vou escrever testes unitários”, “Eu vou rodar os testes ander de dar commit”, etc..
Confira os slides da apresentação no SlideShare.

Luiz Faias Jr.
Esse foi o tema da palestra do meu amigo e colega de trabalho Luiz Faias Junior. Nesta primeira participação da Bluesoft em um evento de métodos ágeis, Faias apresentou o processo da Bluesoft e diversas dicas para a construção de uma equipe e de um ambiente ágil: comentou sobre a criação do quadro magnético de scrum; testes unitários para propiciar a equipe de desenvolvimento mais segurança para realizar alterações no software e agregar qualidade ao produto; integração contínua para que seja tomada alguma providência rápida se um teste for quebrado.

CML - Caipira Modeling Language
A audiência pareceu ter gostado bastante da “Caipira Modeling Language“, uma mistura de UML, Desenhos de Telas, Fluxogramas, e tudo o que você puder imaginar que faça sentido em um desenho de modelagem.
Um outro tópico interessante foram as Technical Sessions ou Reuniões Técnicas. São reuniões de 1 hora que acontecem todas as quartas-ferias na Bluesoft durante o horário de trabalho. Nessas reuniões qualquer membro da equipe pode escolher um determinado tema que tenha relação com alguma tecnologia utilizada no projeto ou alguma tecnologia que possa melhorar a dia-a-dia da equipe. Faias, citou o exemplo do JQuery, um framework JavaScript que começou a ser utilizado depois de apresentado em uma technical session e trouxe muita produtividade ao trabalho da equipe. O mesmo aconteceu com Git e com o Spring Framework. As technical sessions oferecem a todos a oportunidade de ensinar e aprender.
Fique ligado, em breve mais detalhes sobre a apresentação serão publicados no blog da Bluesoft.
Sem sombra de dúvidas o evento foi um verdadeiro sucesso! As palestras foram excelentes e as dicussões muito enriquecedoras, gostaria de parabenizar a toda a equipe do Porto Alegre Agile Weekend pelo ótimo trabalho realizado, e de forma especial agradeço também ao Daniel Wildt por nos ter convidado a participar do evento.
Confira também as impressões de Maurício Aniche e Victor Hugo Germano.