Tudo começo com essa twitada do Giovanni Bassi. Assisti diversos vídeos com entrevistas e palestras de Waldez Ludwig, professor, consultor em gestão empresarial e palestrante, formado em Psicologia e Teatro, trabalhou como Analista de Sistemas durante vinte anos para órgãos e empresas públicas e privadas.
Deixo aqui registrados algumas anotações e pontos de destaque, com links dos vídeos para que você possa ver na íntegra:
Os empregados dizem que está difícil conseguir emprego e os empregadores dizem que está difícil de se encontrar pessoas talentosas.
Você tem que saber quanto você vale no mercado.
As pessoas não ganham pela sua importância, mas pela sua raridade. É a lei da oferta e procura que determina os salários.
Não viva no passado: Senhor de Engenho (Dono), Gerentes (Capatazes), Funcionários (Escravos).
O sonho do funcionário com cabeça de escravo é se aposentar, e ele qualquer probleminha é suficiente para dispensa de 3 dias.
A primeira pergunta em uma entrevista deveria ser: Qual o teu sonho?
A empresa deve colaborar de algo forma para a realização das pessoas.
Conheça as tuas forcas e fraquezas e se fortaleça sempre.
Não existe mais emprego de mão de obra. Não se contrata mais apenas por uma mão, se contrata pelo talento. Você quer contratar o talento das pessoas, os sonhos das pessoas.
As grandes empresas não buscam apenas gerentes, mas buscam verdadeiros líderes.
Contrate empreendedores como funcionários. Estes tocam a sua empresa como se fosse deles. É o tipo de pessoa que nunca responde “isso não é comigo”. Ele é um micro-empresário dele mesmo. Busca oportunidades. Corre Riscos, mas sem Correr Altos Perigos através de Planejamento. Ama trabalhar. Ama o que faz.
A tua carreira é só tua. Não delegue para o teu chefe, nem para a tua empresa.
A escola não forma empreendedor.
Quando se põe a qualidade antes da estratégia, acaba fazendo-se “a melhoria do cocô”.
Antigamente o patrimônio era visto como extremamente importante para as empresas, mas o que de fato importa para as empresas são as pessoas.
No futebol, você não põe gente no time só porque “é de confiança”, mas que não tem competência, então porque você contrata pessoas assim para sua empresa?
Quando o mar está calmo qualquer barco navega bem. Quando o mar se agita, já não é para qualquer um.
Em um primeiro momento, a sociedade buscava resolver suas necessidades básicas, posteriormente buscou-se serviços que vão além da necessidade e proporcionam conforto, depois se consome o prazer e a atratividade, posteriormente a cidadania (o verde) e conceito (as grandes idéias, as empresas bacanas, o fim das grifes).
Não melhore o circo. Crie o seu Circo.
A Liderança Feminina: A sociedade matriarca. A mulher consegue ver o todo e o detalhe.
Liderar é transformar ideias em ações liberando a energia de todos para a realização de um sonho coletivo.
Se você não sabe aonde vai ninguém te seguirá.
Contrate pessoas talentosas, contrate pessoas melhores do que você.
O que você faz melhor que todo mundo?
Talento é o que você faz que os outros acham que você faz melhor que os outros.
A questão não é fazer o que gosta, mas gostar daquilo que faz.
O Man in the Arena, um videocast sobre empreendedorismo e cultura digital apresentado por Leo Kuba e Miguel Cavalcanti, entrevistou a prodígia história de Bel Pesce, brasileira formada pelo MIT que, aos 23 anos, é co-fundadora de duas startups em Silicon Valley e já teve passagens pelo Google, Microsoft e Deutsche Bank.
Steve Blank, autor do Livro “4 Passos para a Epifania”, um dos livros que inspiraram o movimento Lean Startups, professor na universidade de Stanford na California, entrevista Jessica Mah, CEO de uma InDinero.com, um software contábil Online.
Jessica fala sobre suas experiências e aprendizados na Startup e o sobre o relacionamento com investidores, sendo o próprio Steve Blank um deles.
Alguns pontos interessantes da entrevista:
Você não precisa abandonar a universidade para ter seu próprio negócio.
É praticamente inevitável fazer apenas boas contratações quando não se tem experiência. É preciso passar pelas experiências de contratar e demitir.
Jessica recomenda que se contrate apenas A Players, porém, recomenda que os melhores não apenas os mais inteligentes ou aqueles formados nas melhores universidades, além disso deve-se levar em consideração a compatibilidade da pessoa na cultura da empresa e outras questões como comprometimento e foco em agregar valor aos clientes (ao invés de uma abordagem apenas técnica).
Momentos de fama e a mídia podem desviar o foco dos fundadores dos objetivos da empresa, apesar de isso geralmente ser “uma massagem no ego” das pessoas, é preciso tomar cuidado para não esquecer o que se está fazendo e aonde se quer chegar.
Evite métricas de vaidade, e foque nas métricas que realmente importam, que realmente te mostram o quando seu negócio está indo bem ou mal.
Depois de ouvir o Grok Podcast sobre a biografia de Steve Jobs, resolvi fazer algumas pesquisas para aprender um pouco mais, então me deparei com esta entrevista realizada em 1995 quando Jobs ainda não havia retornado a Apple. Vale a pena ver.
Alguns pontos de destaque:
Jobs fala sobre os problemas das instituições públicas de ensino nos EUA, comenta sobre como as coisas poderiam ser melhores se os pais dos estudantes estivem mais preocupados com a qualidade do ensino e se as instituições fossem privadas, e houvesse disputa entre elas.
Outro tópico abordado é a pessima qualidade da programação dos canais de televisão, para Jobs, seria muito melhor se isso fosse uma conspiração da mídias para servir conteúdo barato ao público, mas infelizmente, a verdade é que a mídia oferece as pessoas aquilo que elas querem ver, e a grande partes das pessoas quer simplesmente entrar na frente da TV, e desligar suas mentes para consumir essa programação que não agrega valor algum.
Jobs, fala que a diferença entre o melhor e pior motorista de taxi, deve ser algo entre 1 e 2 (o melhor atravessa a cidade em 1 hora e pior em meia hora, por exemplo), no desenvolvimento de software essa diferença é de 1 para 100 ou mais. O trabalho de Jobs, era ir atrás das melhores pessoas do mundo. E se livrar dos outros. Segundo ele a maior parte das pessoas que deram entrevista para autores de livros sobre ele foram justamente essas pessoas das quais ele se livrou.
O que nos manteve unidos na Apple era a habilidade de acreditar e fazer coisas que poderiam mudar o mundo. Nós fazemos Arte. Para Steve já uma grande relação entre computação e arte.
Nosso objetivo era fazer os melhores computadores para as pessoas usarem, diz Jobs. O que estava arruinando a Apple é que os líderes estavam esquecendo a causa da Apple e preocupando-se com suas Glórias Pessoais. Quando pessoas corruptas estão no poder, só permitem que outras pessoas corruptas prosperem e contratam outras pessoas corruptas.
Steve comenta que nos momentos difíceis chegava a trabalhar 18 horas de trabalho por dia.
Steve diz que vivia cada dia como se fosse o seu último.
“Viva cada dia como se fosse o seu último, e um dia, sem dúvida, você estará certo.”