É com grande satisfação que anuncio a publicação da minha primeira palestra na revista DevCast Magazine:
A adoção de métodos ágeis no Brasil e no mundo vem crescendo exponencialmente nos últimos anos, mas o que de fato as equipes ágeis fazem no seu dia-a-dia de diferente?
Quais são as práticas que permitem que essas equipes entreguem software de qualidade que agrega valor ao cliente?
O que fazem para criar software de qualidade? Como suas ações refletem os valores e os princípios do manifesto ágil?
O objetivo dessa apresentação é dar respostas a estas perguntas.
Confira no site da revista. Aguardo seu feedback!
Um dos aspectos mais importantes em uma equipe ágil é, sem dúvida, a confiança. Para James Shore, autor do livro The Art of Agile [1], equipes altamente produtivas são compostas de pessoas que cofiam umas nas outras.
Em seu livro Management 3.0 [2], Jurgen Appelo, explica que a confiança sempre se dá em duas direções: eu posso escolher confiar em você, e você pode escolher confiar em mim, mas ambos não necessariamente coexistem. Nessa linha de raciocínio, podemos identificar quatro grupos básicos de relações de confiança em uma ambiente de desenvolvimento de software: Confiar no time, ganhar a confiança dos membros do time, ajudar os membros do time a confiar uns nos outros, e confiar em si mesmo.
Shore ressalta a importância de a organização confiar no time, mas lembra que a confiança, não surge em toque de mágica, você precisa conquistá-la.
Para Appelo a formula secreta para conquistar a confiança das pessoas é muito simples: “Cumpra aquilo que Promete”. As pessoas confiam em você quando sabem que podem contar com você. Quando sabem que podem acreditar no que você diz.
A falta de confiança sempre vem acompanhada de diversos outros sintomas prejudiciais a saúde da organização tais como a centralização das tomadas de decisão, a falta de delegação, a micro-gestão, e a falta de motivação das pessoas.
Em seu livro Coaching Agile Teams [3], Lyssa Adkins, afirma que “confiar, não significa dar férias ao seu cérebro”, mesmo confiando você pode estar atento ao que ocorre no time e ao redor do time. Confiar não é o mesmo que negligenciar, assim como delegar, não é o mesmo que abandonar suas responsabilidades, existem diferentes níveis de delegação que devem ser aplicados de acordo com a competência e preparo das pessoas.
No artigo Accountability in Software Development [4], Kent Beck, criador do método XP, argumenta que a confiança tem uma relação direta com a responsabilidade e a coragem que cada um de nós deve ter em nos esforçamos para sermos sempre o melhor que pudermos ser em tudo aquilo que fazemos.
Como anda a confiança na sua organização? Os membros dos times confiam uns nos outros? A gestão confia nos times e vice-versa? Seus clientes confiam na sua organização? Quais os efeitos indesejáveis que a falta de confiança está trazendo a sua organização?
Tudo começo com essa twitada do Giovanni Bassi. Assisti diversos vídeos com entrevistas e palestras de Waldez Ludwig, professor, consultor em gestão empresarial e palestrante, formado em Psicologia e Teatro, trabalhou como Analista de Sistemas durante vinte anos para órgãos e empresas públicas e privadas.
Deixo aqui registrados algumas anotações e pontos de destaque, com links dos vídeos para que você possa ver na íntegra:
Palestra no SEBRAE no Paraná
Entrevista no Jô Soares
Entrevista no Programa Sem Censura
Entrevista no Programa Sem Censura em 2010
Nesta apresentação na Ignite OSCON 2011, Matthew McCullough convence você a usar Git tentando convencê-lo a não usar.
O Man in the Arena, um videocast sobre empreendedorismo e cultura digital apresentado por Leo Kuba e Miguel Cavalcanti, entrevistou a prodígia história de Bel Pesce, brasileira formada pelo MIT que, aos 23 anos, é co-fundadora de duas startups em Silicon Valley e já teve passagens pelo Google, Microsoft e Deutsche Bank.