Práticas Ágeis na Devcast Magazine

Posted by on Feb 20, 2012 in Agile | 2 comments

Devcast Magazine 2

Devcast Magazine 2

É com grande satisfação que anuncio a publicação da minha primeira palestra na revista DevCast Magazine:

Práticas Ágeis

A adoção de métodos ágeis no Brasil e no mundo vem crescendo exponencialmente nos últimos anos, mas o que de fato as equipes ágeis fazem no seu dia-a-dia de diferente?

Quais são as práticas que permitem que essas equipes entreguem software de qualidade que agrega valor ao cliente?

O que fazem para criar software de qualidade? Como suas ações refletem os valores e os princípios do manifesto ágil?

O objetivo dessa apresentação é dar respostas a estas perguntas.

Confira no site da revista. Aguardo seu feedback!

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Agilidade e Confiança

Posted by on Feb 13, 2012 in Agile | 0 comments

Este foi anteriormente publicado no blog da Adapworks.

Um dos aspectos mais importantes em uma equipe ágil é, sem dúvida, a confiança. Para James Shore, autor do livro The Art of Agile [1], equipes altamente produtivas são compostas de pessoas que cofiam umas nas outras.

Em seu livro Management 3.0 [2], Jurgen Appelo, explica que a confiança sempre se dá em duas direções: eu posso escolher confiar em você, e você pode escolher confiar em mim, mas ambos não necessariamente coexistem. Nessa linha de raciocínio, podemos identificar quatro grupos básicos de relações de confiança em uma ambiente de desenvolvimento de software: Confiar no time, ganhar a confiança dos membros do time, ajudar os membros do time a confiar uns nos outros, e confiar em si mesmo.

Shore ressalta a importância de a organização confiar no time, mas lembra que a confiança, não surge em toque de mágica, você precisa conquistá-la.

Para Appelo a formula secreta para conquistar a confiança das pessoas é muito simples: “Cumpra aquilo que Promete”. As pessoas confiam em você quando sabem que podem contar com você. Quando sabem que podem acreditar no que você diz.

A falta de confiança sempre vem acompanhada de diversos outros sintomas prejudiciais a saúde da organização tais como a centralização das tomadas de decisão, a falta de delegação, a micro-gestão, e a falta de motivação das pessoas.

Em seu livro Coaching Agile Teams [3], Lyssa Adkins, afirma que “confiar, não significa dar férias ao seu cérebro”, mesmo confiando você pode estar atento ao que ocorre no time e ao redor do time. Confiar não é o mesmo que negligenciar, assim como delegar, não é o mesmo que abandonar suas responsabilidades, existem diferentes níveis de delegação que devem ser aplicados de acordo com a competência e preparo das pessoas.

No artigo Accountability in Software Development [4], Kent Beck, criador do método XP, argumenta que a confiança tem uma relação direta com a responsabilidade e a coragem que cada um de nós deve ter em nos esforçamos para sermos sempre o melhor que pudermos ser em tudo aquilo que fazemos.

Como anda a confiança na sua organização? Os membros dos times confiam uns nos outros? A gestão confia nos times e vice-versa? Seus clientes confiam na sua organização? Quais os efeitos indesejáveis que a falta de confiança está trazendo a sua organização?

Referências

  1. James Shore - The Art of Agile
  2. Jurgen Appelo - Management 3.0
  3. Lyssa Adkins - Coaching Agile Teams
  4. Kent Beck - Accountability in Software Development
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Waldez Ludwig: Administração, Inovação, Liderança e Planejamento

Posted by on Jan 22, 2012 in Empreendedorismo | 1 comment

Tudo começo com essa twitada do Giovanni Bassi. Assisti diversos vídeos com entrevistas e palestras de Waldez Ludwig, professor, consultor em gestão empresarial e palestrante, formado em Psicologia  e Teatro, trabalhou como Analista de Sistemas durante vinte anos para órgãos e empresas públicas e privadas.

Deixo aqui registrados algumas anotações e pontos de destaque, com links dos vídeos para que você possa ver na íntegra:

  • Os empregados dizem que está difícil conseguir emprego e os empregadores dizem que está difícil de se encontrar pessoas talentosas.
  • Você tem que saber quanto você vale no mercado.
  • As pessoas não ganham pela sua importância, mas pela sua raridade. É a lei da oferta e procura que determina os salários.
  • Não viva no passado: Senhor de Engenho (Dono), Gerentes (Capatazes), Funcionários (Escravos).
  • O sonho do funcionário com cabeça de escravo é se aposentar, e ele qualquer probleminha é suficiente para dispensa de 3 dias.
  • A primeira pergunta em uma entrevista deveria ser: Qual o teu sonho?
  • A empresa deve colaborar de algo forma para a realização das pessoas.
  • Conheça as tuas forcas e fraquezas e se fortaleça sempre.
  • Não existe mais emprego de mão de obra. Não se contrata mais apenas por uma mão, se contrata pelo talento. Você quer contratar o talento das pessoas, os sonhos das pessoas.
  • As grandes empresas não buscam apenas gerentes, mas buscam verdadeiros líderes.
  • Contrate empreendedores como funcionários. Estes tocam a sua empresa como se fosse deles. É o tipo de pessoa que nunca responde “isso não é comigo”. Ele é um micro-empresário dele mesmo. Busca oportunidades. Corre Riscos, mas sem Correr Altos Perigos através de Planejamento. Ama trabalhar. Ama o que faz.
  • A tua carreira é só tua. Não delegue para o teu chefe, nem para a tua empresa.
  • A escola não forma empreendedor.
  • Quando se põe a qualidade antes da estratégia, acaba fazendo-se “a melhoria do cocô”.
  • Antigamente o patrimônio era visto como extremamente importante para as empresas, mas o que de fato importa para as empresas são as pessoas.
  • No futebol, você não põe gente no time só porque “é de confiança”, mas que não tem competência, então porque você contrata pessoas assim para sua empresa?
  • Quando o mar está calmo qualquer barco navega bem. Quando o mar se agita, já não é para qualquer um.
  • Em um primeiro momento, a sociedade buscava resolver suas necessidades básicas, posteriormente buscou-se serviços que vão além da necessidade e proporcionam conforto, depois se consome o prazer e a atratividade, posteriormente a cidadania (o verde) e conceito (as grandes idéias, as empresas bacanas, o fim das grifes).
  • Não melhore o circo. Crie o seu Circo.
  • A Liderança Feminina: A sociedade matriarca. A mulher consegue ver o todo e o detalhe.
  • Liderar é transformar ideias em ações liberando a energia de todos para a realização de um sonho coletivo.
  • Se você não sabe aonde vai ninguém te seguirá.
  • Contrate pessoas talentosas, contrate pessoas melhores do que você.
  • O que você faz melhor que todo mundo?
  • Talento é o que você faz que os outros acham que você faz melhor que os outros.
  • A questão não é fazer o que gosta, mas gostar daquilo que faz.

Palestra no SEBRAE no Paraná

Entrevista no Jô Soares

Entrevista no Programa Sem Censura

Entrevista no Programa Sem Censura em 2010

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Não use Git (Sátira) por Matthew McCullough

Posted by on Jan 21, 2012 in Software, Tecnologia | 0 comments

Nesta apresentação na Ignite OSCON 2011Matthew McCullough convence você a usar Git tentando convencê-lo a não usar.

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Brasileira de 23 anos, estudou no MIT e já co-fundou 2 Startups em Silicon Valley

Posted by on Jan 20, 2012 in Empreendedorismo | 2 comments

O Man in the Arena, um videocast sobre empreendedorismo e cultura digital apresentado por Leo Kuba e Miguel Cavalcanti, entrevistou a prodígia história de Bel Pesce, brasileira formada pelo MIT que, aos 23 anos, é co-fundadora de duas startups em Silicon Valley e já teve passagens pelo Google, Microsoft e Deutsche Bank.

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Steve Blank entrevista Jessica Mah, CEO da InDinero.com

Posted by on Jan 14, 2012 in Empreendedorismo | 0 comments

Steve Blank, autor do Livro “4 Passos para a Epifania”, um dos livros que inspiraram o movimento Lean Startups, professor na universidade de Stanford na California, entrevista Jessica Mah, CEO de uma InDinero.com, um software contábil Online.

Jessica fala sobre suas experiências e aprendizados na Startup e o sobre o relacionamento com investidores, sendo o próprio Steve Blank um deles.

Alguns pontos interessantes da entrevista:

  • Você não precisa abandonar a universidade para ter seu próprio negócio.
  • É praticamente inevitável fazer apenas boas contratações quando não se tem experiência. É preciso passar pelas experiências de contratar e demitir.
  • Jessica recomenda que se contrate apenas A Players, porém, recomenda que os melhores não apenas os mais inteligentes ou aqueles formados nas melhores universidades, além disso deve-se levar em consideração a compatibilidade da pessoa na cultura da empresa e outras questões como comprometimento e foco em agregar valor aos clientes (ao invés de uma abordagem apenas técnica).
  • Momentos de fama e a mídia podem desviar o foco dos fundadores dos objetivos da empresa, apesar de isso geralmente ser “uma massagem no ego” das pessoas, é preciso tomar cuidado para não esquecer o que se está fazendo e aonde se quer chegar.
  • Evite métricas de vaidade, e foque nas métricas que realmente importam, que realmente te mostram o quando seu negócio está indo bem ou mal.

Veja a entrevista completa em Stanford Entrepreneurship Corner.

Palestra de Jessica Mah na Web 2.0 Expo SF 2011 – Ganhando Dinheiro com Métricas

  • Work Smarter not Harder“.
  • Use métricas descobrir quais features realmente importam e quais não importam.
  • Visitas por visitar não quer dizer nada, o que importa são as conversões.

Entrevista no Delivering Happiness

Links Relacionados

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Entrevista com Steve Jobs em 1995 na NEXT

Posted by on Jan 9, 2012 in Empreendedorismo | 1 comment

Depois de ouvir o Grok Podcast sobre a biografia de Steve Jobs, resolvi fazer algumas pesquisas para aprender um pouco mais, então me deparei com esta entrevista realizada em 1995 quando Jobs ainda não havia retornado a Apple. Vale a pena ver.

Alguns pontos de destaque:

  • Jobs fala sobre os problemas das instituições públicas de ensino nos EUA, comenta sobre como as coisas poderiam ser melhores se os pais dos estudantes estivem mais preocupados com a qualidade do ensino e se as instituições fossem privadas, e houvesse disputa entre elas.
  • Outro tópico abordado é a pessima qualidade da programação dos canais de televisão, para Jobs, seria muito melhor se isso fosse uma conspiração da mídias para servir conteúdo barato ao público, mas infelizmente, a verdade é que a mídia oferece as pessoas aquilo que elas querem ver, e a grande partes das pessoas quer simplesmente entrar na frente da TV, e desligar suas mentes para consumir essa programação que não agrega valor algum.
  • Jobs, fala que a diferença entre o melhor e pior motorista de taxi, deve ser algo entre 1 e 2 (o melhor atravessa a cidade em 1 hora e pior em meia hora, por exemplo), no desenvolvimento de software essa diferença é de 1 para 100 ou mais. O trabalho de Jobs, era ir atrás das melhores pessoas do mundo. E se livrar dos outros. Segundo ele a maior parte das pessoas que deram entrevista para autores de livros sobre ele foram justamente essas pessoas das quais ele se livrou.
  • O que nos manteve unidos na Apple era a habilidade de acreditar e fazer coisas que poderiam mudar o mundo. Nós fazemos Arte. Para Steve já uma grande relação entre computação e arte.
  • Nosso objetivo era fazer os melhores computadores para as pessoas usarem, diz Jobs. O que estava arruinando a Apple é que os líderes estavam esquecendo a causa da Apple e preocupando-se com suas Glórias Pessoais. Quando pessoas corruptas estão no poder, só permitem que outras pessoas corruptas prosperem e contratam outras pessoas corruptas.
  • Steve comenta que nos momentos difíceis chegava a trabalhar 18 horas de trabalho por dia.
  • Steve diz que vivia cada dia como se fosse o seu último.

“Viva cada dia como se fosse o seu último, e um dia, sem dúvida, você estará certo.”

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